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Simone Albuquerque Assessoria Previdenciária WhatsApp

Dra. Simone Albuquerque, advogada de benefícios do INSS há mais de 16 anos, em Porto Alegre.

Auxílio-acidenteFicou com sequela de um acidente?

O auxílio-acidente é um valor que o INSS paga todo mês. É para quem ficou com uma sequela de acidente que atrapalha o trabalho. E dá para trabalhar e receber ao mesmo tempo. A equipe confere, com calma, se você tem direito e faz o pedido para você.

Escritório no Centro Histórico de Porto Alegre.

Dra. Simone Albuquerque, de blazer verde-claro, em seu escritório
Dra. Simone AlbuquerqueAdvogada previdenciária
OAB/RS 077.121

Entenda de um jeito simples

O que é?

É uma indenização que o INSS paga todo mês. Ela compensa a sequela que ficou depois de um acidente.

Exemplo: um pedreiro quebrou a mão e voltou a trabalhar. Mas não fecha mais a mão como antes.

Quem pode receber?
  • Quem tinha carteira assinada na data do acidente, na cidade ou no campo
  • A empregada doméstica e o trabalhador avulso
  • O agricultor e o pescador que trabalham com a família

Autônomo e MEI: a lei não dá o auxílio-acidente. Mas pode haver outro caminho.

Que acidente conta?

Qualquer acidente: de trânsito, de moto, no trabalho, em casa, no futebol. A doença causada pelo trabalho também conta. Veja a doença do trabalho.

Precisa ter pago muito tempo?

Não existe tempo mínimo. Basta estar protegido pelo INSS no dia do acidente.

Quanto paga?

Metade da média dos seus salários, todo mês, com 13º. Ele soma com o salário, por isso pode ser menor que um salário mínimo.

Até quando?

Até você se aposentar. Na aposentadoria, ele acaba, mas o valor entra na conta dela.

Ficou com sequela de um acidente? Mande uma mensagem.

Falar com a equipe

Auxílio-doença ou auxílio-acidente?

São dois benefícios diferentes. Muita gente acha que são a mesma coisa.

Auxílio-doença Para quem está afastado
Quando
Você não consegue trabalhar por um tempo.
Trabalho
Você fica afastado do trabalho.
Valor
Substitui o salário enquanto você está parado.
Até quando
Até você poder voltar a trabalhar.
Tempo de INSS
Em geral, 12 meses. Em acidente, não precisa.
Auxílio-acidente Para quem voltou com sequela
Quando
Você voltou a trabalhar, mas ficou com sequela.
Trabalho
Você trabalha e recebe junto.
Valor
Metade da média dos salários, somada ao salário.
Até quando
Até a aposentadoria.
Tempo de INSS
Não precisa de tempo mínimo.

Ainda está afastado e não consegue trabalhar? Veja o auxílio-doença.

O caminho do auxílio-acidente

Em geral, as coisas acontecem nesta ordem.

  1. O acidenteNo trânsito, no trabalho, em casa ou no esporte.
  2. O tratamentoÀs vezes, com auxílio-doença enquanto você se recupera.
  3. A volta ao trabalhoA lesão estabilizou, mas ficou uma sequela.
  4. O auxílio-acidenteTodo mês, junto com o salário.
  5. A aposentadoriaEle acaba, mas o valor entra na conta dela.

Não recebeu auxílio-doença? Mesmo assim, você pode pedir o auxílio-acidente. Veja os dois casos.

Novo em 2026

O INSS agora olha o laudo antes da perícia

Desde março de 2026, o pedido passa primeiro por uma análise dos papéis médicos. Se o laudo estiver incompleto, o INSS pode negar sem marcar a perícia.

O documento médico precisa mostrar, entre outras coisas:

  • O acidente e a data em que aconteceu
  • A lesão e a sequela que ficou
  • Que a lesão já estabilizou
  • Que a sequela veio do acidente
  • O nome, o registro e a assinatura do médico

Antes de pedir, mostre os seus papéis à equipe. Veja a regra do laudo.

Mostrar meus papéis

Dúvidas frequentes

As perguntas que as pessoas mais fazem sobre o auxílio-acidente. Toque no assunto que você quer ou escreva a sua dúvida.

Tenho direito?

Sofri um acidente e fiquei com sequela. Tenho direito?

Pode ter.

Se a sequela é definitiva e atrapalha o trabalho que você fazia, pode haver direito. Na data do acidente, você precisava ter carteira assinada, ser doméstica, avulso ou agricultor.

Auxílio-acidente é a mesma coisa que auxílio-doença?

Não.

O auxílio-doença é para quem está afastado. O auxílio-acidente é para quem voltou a trabalhar com sequela. Veja a diferença.

Preciso ter pago o INSS por muito tempo?

Não.

O auxílio-acidente não exige tempo mínimo. Basta estar protegido pelo INSS no dia do acidente.

Acidente de moto conta?

Conta.

Vale qualquer acidente: de moto, de carro, a pé, no ônibus. Não precisa ter sido no trabalho. Veja o acidente de moto.

Acidente em casa ou no futebol conta?

Conta.

O acidente pode ser de qualquer tipo. O que importa é a sequela e o trabalho que você fazia.

Sou autônomo ou MEI. Tenho direito?

Pela lei, não.

O auxílio-acidente não é pago a quem contribuía como autônomo, MEI ou facultativo. Mas, se você também tinha carteira assinada, pode ter direito. E pode haver auxílio-doença. Veja o caso do autônomo e do MEI.

Estava desempregado quando me acidentei. E agora?

Pode ter direito.

Depois de sair do emprego, você continua protegido pelo INSS por um tempo. Se o acidente foi nesse período, pode haver direito. Veja o caso do desempregado.

Trabalho na roça. Tenho direito?

Pode ter.

O agricultor que trabalha com a família e o pescador artesanal também recebem. O valor é metade do salário mínimo: R$ 810,50 em 2026. Veja o auxílio-acidente rural.

Sequelas

Quais sequelas dão direito?

As que atrapalham o seu trabalho.

Alguns exemplos: perda de movimento, de força, de parte de um dedo, da visão ou da audição. O INSS tem uma lista, mas ela é só de exemplos. Veja as sequelas.

Tenho pino ou placa. Tenho direito?

Pode ter.

O pino ou a placa, sozinhos, não decidem. O que conta é se ficou uma limitação no seu trabalho.

Perdi a ponta do dedo. Dá direito?

Pode dar.

Depende do dedo, de quanto se perdeu e do trabalho que você faz. A perícia avalia.

A sequela é pequena. Mesmo assim pode dar direito?

Pode.

O que conta é se ela atrapalha o trabalho que você fazia. Mesmo uma limitação pequena pode contar.

A minha sequela não está na lista do INSS. E agora?

Ainda pode dar direito.

Desde agosto de 2026, o próprio INSS diz que a lista é só de exemplos. A perícia avalia o seu caso.

Valor

Quanto é o auxílio-acidente?

Metade da média dos seus salários.

É pago todo mês, junto com o salário, e tem 13º. A equipe confere se a conta está certa. Veja como é o valor.

Pode ser menor que um salário mínimo?

Pode.

Ele não substitui o salário: soma com ele. Por isso, pode ficar abaixo de um salário mínimo.

O auxílio-acidente tem 13º?

Tem.

O INSS paga o 13º a quem recebe auxílio-acidente.

Trabalho

Posso trabalhar recebendo o auxílio-acidente?

Pode.

Ele foi feito para isso. Você trabalha, recebe o salário e recebe o auxílio-acidente junto. Veja como funciona.

Posso continuar na mesma função?

Pode.

Você pode continuar na mesma função, mudar de função ou mudar de emprego. O auxílio-acidente continua.

A empresa pode me demitir?

Depende.

Depois de um auxílio-doença por acidente do trabalho, há 12 meses de estabilidade. O auxílio-acidente, sozinho, não dá estabilidade. Veja a estabilidade.

Foi negado

O INSS negou. E agora?

Negado não quer dizer que você não tem direito.

A carta do INSS diz o motivo. Com ela, a advogada vê o melhor caminho: novo pedido, recurso ou Justiça. Veja o que fazer.

Negaram sem fazer perícia. Por quê?

Pode ser o laudo.

Desde março de 2026, o INSS olha os papéis médicos antes. Se faltar algo no laudo, ele nega sem marcar a perícia. Veja a regra do laudo.

Tenho prazo para recorrer?

Sim: 30 dias.

Contados de quando você ficou sabendo da decisão. Passou o prazo? Ainda pode haver um novo pedido ou a Justiça.

O INSS pediu um documento. Quanto tempo eu tenho?

30 dias.

Se você não responder nesse prazo, o pedido é encerrado sem análise. Guarde a carta e fale com a equipe.

Aposentadoria e outros benefícios

O auxílio-acidente é para sempre?

Vai até a aposentadoria.

Ele acaba quando você se aposenta. Para acidentes muito antigos, de antes de 1997, a regra era outra. A equipe confere. Veja até quando ele vai.

O que acontece quando eu me aposentar?

O auxílio-acidente acaba.

Mas o valor dele entra na conta da aposentadoria. Assim, ele ajuda no valor da aposentadoria.

Posso receber junto com o seguro-desemprego?

Pode.

A lei permite receber os dois juntos. Veja o que dá para receber junto.

Posso receber junto com o auxílio-doença?

Depende.

Se o auxílio-doença for por outro problema, pode. Se for pela mesma lesão, o auxílio-acidente para e volta depois.

O auxílio-acidente deixa pensão para a família?

Ele não passa para a família.

Mas, se a pessoa estava protegida pelo INSS, a família pode ter pensão por morte. Veja a pensão por morte.

Pedido e prazo

Preciso ter recebido auxílio-doença antes?

Não.

Quem recebeu auxílio-doença começa a receber no dia seguinte ao fim dele. Quem não recebeu também pode pedir. Veja os dois casos.

O auxílio-doença acabou faz tempo. Ainda posso pedir?

Pode.

Não há prazo para pedir. Se o direito existia desde o fim do auxílio-doença, pode haver valores atrasados. A lei permite pedir até 5 anos para trás. A equipe confere.

Quanto tempo demora para sair?

Não tem prazo certo.

O que mais atrasa: laudo incompleto e documentos faltando. Um pedido bem feito evita boa parte da demora.

Como a equipe pode me ajudar?

Do começo ao fim.

Olhamos o acidente, os laudos e os exames. Fazemos o pedido com os papéis certos. Acompanhamos a perícia e recorremos se o INSS negar. Veja como é o atendimento.

Não achou a sua dúvida? Pergunte direto para a equipe.

Perguntar pelo WhatsApp

Foi negado?

Negado não quer dizer que você não tem direito. Veja os motivos que mais acontecem:

  • Sem sequelaO INSS disse que não ficou sequela, ou que ela não atrapalha o trabalho.
  • Laudo incompletoDesde 2026, o pedido pode ser negado antes da perícia.
  • Autônomo ou MEIEra a forma de pagar o INSS na data do acidente.
  • Sem proteção do INSSO INSS achou que você não estava mais protegido.

Já recebeu a carta do INSS? Mande pelo WhatsApp e a advogada vê o que dá para fazer. Ainda não fez o pedido? Nós cuidamos dele desde o começo.

Mandar minha carta

Como funciona o atendimento

  1. Você conta o acidenteE o trabalho que fazia na época.
  2. Olhamos os papéisLaudos, exames, CAT e a carta do INSS.
  3. Fazemos o pedidoDesde o começo, com os documentos certos.
  4. Acompanhamos tudoA perícia, o recurso e a Justiça, se for preciso.

Escritório no Centro Histórico de Porto Alegre.

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O que dizem os clientes

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Se precisa se aposentar é lá mesmo! Equipe qualificada!! Excelentes funcionários, atenciosos, sempre em busca do melhor benefício junto ao INSS! Super satisfeita com o serviço da Dra. Simone e equipe!

Daniela M.Avaliação no Google

Encaminhei minha aposentadoria com ela, estou muito contente, foi muito rápido, não levou nem 2 meses. Equipe dinâmica e com ótimo atendimento!

Orilda R.Avaliação no Google

Ótimo atendimento! Resolve questões previdenciárias com eficiência e dedicação! Equipe está de parabéns!

Gisele P.Avaliação no Google

Um ótimo atendimento, bem acolhido uma profissional que resolveu todos os problemas.

Gilson S.Avaliação no Google

Empresa organizada e com ótima liderança com relação a assuntos vinculados à previdência, aposentadoria, etc.

José M.Avaliação no Google

Parabéns Dra Simone! Certamente tua competência e atenção vai sempre confirmar o teu sucesso.

Viviane C.Avaliação no Google

Excelente profissional, de confiança e muito competente.

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Dra. Simone Albuquerque, de blazer preto, com a mão no queixo

Dra. Simone Albuquerque

Advogada previdenciária, OAB/RS 077.121

Há mais de 16 anos cuida de benefícios do INSS: auxílio-acidente, auxílio-doença, aposentadorias, pensões e BPC/LOAS. O escritório fica no Centro Histórico de Porto Alegre.

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