Qualquer acidente de trânsito conta
- De moto, de carro, de bicicleta, a pé ou no ônibus
- No fim de semana, nas férias ou indo para o trabalho
- Não importa de quem foi a culpa
Exemplo: ele trabalha de carteira assinada numa loja. Caiu de moto num sábado e quebrou o tornozelo. Voltou ao trabalho, mas manca. Pode haver direito.
Indo ou voltando do trabalho
O acidente no caminho de casa para o trabalho, ou de volta, conta como acidente do trabalho.
Isso faz diferença: pode haver estabilidade no emprego, e o caso vai para a Justiça Estadual. Peça à empresa a CAT, a comunicação do acidente.
Se a empresa não fizer, outros podem fazer: o sindicato, o médico que atendeu ou você mesmo.
E o motoboy?
O motoboy de carteira assinada tem direito, nas mesmas regras.
Quem faz entrega por aplicativo, como autônomo ou MEI, em regra não tem o auxílio-acidente. Mas pode ter o auxílio-doença enquanto não puder trabalhar. Veja o caso do autônomo e do MEI.
Alguns exemplos de sequela
- Joelho ou tornozelo que não dobra como antes
- Pino ou placa na perna, com perda de movimento
- Ombro, clavícula ou punho com a força reduzida
- Perda de parte de um dedo
O que decide é se a sequela atrapalha o seu trabalho. Veja as sequelas.
Os papéis que ajudam
- O boletim de ocorrência do acidente
- A ficha do SAMU, do pronto-socorro ou do hospital
- Os laudos e exames do tratamento
- A CAT, se foi indo ou voltando do trabalho
- A carteira de trabalho
O seguro de trânsito é outra coisa. O auxílio-acidente é do INSS e não depende dele.
Sofreu acidente de moto? Conte para a equipe o que ficou.
Falar com a equipeComo a equipe ajuda
- Você conta o acidenteOnde, quando e o trabalho que fazia.
- Juntamos os papéisBoletim de ocorrência, hospital, laudos e exames.
- Fazemos o pedidoCom o laudo completo, como pede a regra de 2026.
- Acompanhamos tudoA perícia, o recurso e a Justiça, se for preciso.
